Autora: Simone Martins Freitas
Escola Municipal Indigena Tengatui Marangatu
NOTICIA: A implantação da 1ª SRM da RID-Dourados!
O processo de inclusão das crianças indigenas com necessidades educacionais especiais da RID-Dourados é um processo em construção; tem inicio em 2003 com o levantamento dos índios surdos residentes ali; em 2006 é implantado o projeto indio surdo, que envia TILS(tradutores interpretes de lingua de sinais) para os alunos surdos matriculados nas escolas indigenas. Em 2010 é implantado a 1ª Sala de Recurso Multifuncional, tipo 1, onde atualmente é atendido 11 alunos(5 surdos, 4 DI, 1 DMU, 1DA). Em 2011 é implantada a 2ª SRM tipo 2, na aldeia bororo; e outras estão em processo de implantação. Na reserva inidigena de Dourados existem 6 escolas; ainda há muito o que fazer para que todas as crianças daquela localidade possam estar incluidas de fato e direito
quarta-feira, 19 de outubro de 2011
QUEBRANDO O SILÊNCIO é um documentario feito pela jornalista índia Sandra Terena, a respeito do infanticídio em algumas Tribos do Brasil
É triste presenciar que apos tanto anos de luta e ressitencia, a propria "cultura" segundo antropologos está acabando com os povos indigenas; o que eu posso dizer expressar aqui minha tristeza por centenas de crianças que morrem todos os anos, nessas tribos, sem ter o direito mais importante á VIDA! tantas transformaçoes nas nossa cultura no decorrer de todos esses anos; por que isso ainda continua... a injustiça que se faz a um, ameaça a todos...
segunda-feira, 17 de outubro de 2011
Educação Escolar Indígena: um breve comentário!!!!!!
As políticas escolares para os povos indígenas, no Brasil, desde os tempos coloniais, é marcada por lutas quanto a resistência para que não fosse esquecida as suas origens.
A educação especial no contexto da educação inclusiva é algo novo para mim o qual tenho interesse de buscar informações, conhecimento dessas políticas no contexto nacional, afim de trazer ao conhecimento da comunidade indígena de Dourados, pela inclusão de alunos indígenas com necessidades educacionais possam ter acesso a uma educação especial e intercultural, que eles possam estar munidos de conhecimentos e lutar pelos seus direitos, também evidenciar a realidade dos povos indígenas da Reserva Indígena de Dourados, que são povos bilínguis, com uma cultura e costumes diferentes, que deve ser levado em consideração.
OBS: A Escola Indígena Municipal Tengatuí Marangatú foi reconhecida, oficialmente, como escola indígena pelo Decreto Municipal nº 4167 de 14 de março de 2007, que cria a Escola Municipal Indígena Tengatuí-Polo, na Aldeia Jaguapirú
A educação especial no contexto da educação inclusiva é algo novo para mim o qual tenho interesse de buscar informações, conhecimento dessas políticas no contexto nacional, afim de trazer ao conhecimento da comunidade indígena de Dourados, pela inclusão de alunos indígenas com necessidades educacionais possam ter acesso a uma educação especial e intercultural, que eles possam estar munidos de conhecimentos e lutar pelos seus direitos, também evidenciar a realidade dos povos indígenas da Reserva Indígena de Dourados, que são povos bilínguis, com uma cultura e costumes diferentes, que deve ser levado em consideração. É sabido que atualmente todas as escolas das aldeias da Reserva Indígena de Dourados são reconhecidas como escolas indígenas, que são 4 no total, sendo elas , a Escola Indígena Municipal Tengatuí Marangatú- Pólo, localizada na Reserva Indígena de Dourados – RID – (Dourados-MS), na Aldeia Jaguapirú, que em 1999 pôs em execução o Projeto de Ensino Diferenciado, hoje oferecido nas suas extensões: Escola Francisco Hibiapina e Escola Y’Verá, ou seja; na aldeia bororó se localiza outras três escola indígenas Escola Municipal Indígena Araporã, Escola Municipal Indígena Agustinho, Escola Municipal Indígena Lacu’i Roque Isnarde, todas elas oferecendo um ensino diferenciado, porem é importante ressaltar que essa conquista dos povos indígenas das aldeias de Dourados, que é status de escolas indígenas, foi um acontecimento recente, porem mesmo diante das lutas e a “imposição” do ensino não diferenciado, elas nunca deixaram de reivindicar a escola indígena e seus direitos.
Os povos indígenas em todo seu histórico de mais de 500 anos de existência e resistência, na reivindicação dos seus direitos não somente no que diz respeito a educação, mas como um todo; considero essa etapa uma das mais importantes e necessárias que requer conhecimento de políticas, diretrizes e bases nacionais da educação inclusiva; porem quando se trata da educação escolar indígena, e dos povos indígenas é necessário também conhecer a cultura e a realidade desse povo nas seus mínimos detalhes. A presença dos alunos indígenas com Necessidades Educacionais Especiais nas escolar indígenas é uma realidade, e um grande desafio para toda comunidade escolar indígena, e necessitam de uma políticas de educação inclusiva seja de certa forma adaptada a cultura e realidade local desse povo, subsídios para a afirmação étnica e cultural dos povos indígenas.
OBS: A Escola Indígena Municipal Tengatuí Marangatú foi reconhecida, oficialmente, como escola indígena pelo Decreto Municipal nº 4167 de 14 de março de 2007, que cria a Escola Municipal Indígena Tengatuí-Polo, na Aldeia Jaguapirú
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